Fundo imobiliário SNEL11 encerra 3ª oferta de cotas com captação recorde

FII SNEL11 painel fotovoltaico
Fundo imobiliário SNEL11 encerra 3ª oferta de cotas com captação recorde

O fundo imobiliário SNEL11 concluiu sua terceira oferta de emissão de cotas, com a captação de R$ 166.299.355,35, conforme comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fundo, que atua no mercado de energias limpas, com a construção, aquisição e gestão de usinas fotovoltaicas, encerra a oferta com valor de mercado aproximado de R$ 330 milhões. Durante o processo, iniciado no segundo semestre do ano passado, mais de 3,9 novos cotistas se juntaram à base do fundo, que agora passa de 30 mil investidores. 

O valor obtido na oferta supera a soma das duas emissões anteriores realizadas pelo SNEL11. Na oferta pública inicial (IPO), em 2022, a captação foi de R$ 55 milhões. Já na segunda oferta, entre 2023 e 2024, entraram mais de R$ 88 milhões. 

Realizada com valor de R$ 8,55 por cota, abaixo do valor de negociação na B3, a oferta aproveitou o aumento do interesse dos investidores por ativos sustentáveis. “Sentimos que os investidores estão preocupados não só com a rentabilidade mas também no impacto daquele investimento”, afirmou Vitor Duarte, CIO da Suno Asset.

O SNEL11 é hoje o maior fundo imobiliário de energia limpa do Brasil e foi o primeiro do tipo no mercado nacional. Além disso, é o único fundo listado em captação no momento. “É o único fundo imobiliário com essas características, com investimento em energia renovável. Enquanto observamos as outras ofertas em veículos ‘cetipados’, o SNEL11 é um fundo imobiliário listado, que negocia com ágio no mercado e uma forte liquidez”, afirma Duarte.

O gestor destaca, ainda, o impacto positivo do SNEL11 na economia das áreas que recebem o investimento. “A operação e a manutenção das usinas é feita por pessoas que antes não estavam alocadas no mercado de trabalho formal”, destaca.

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Fundo imobiliário SNEL11: para onde vão os recursos captados?

Os recursos da terceira captação do SNEL11 devem ser direcionados para a compra de projetos de geração de energia limpa e o desenvolvimento de novas plantas. A Suno Asset planeja novas ofertas para que o fundo chegue a R$ 1 bilhão sob gestão até 2026.

Hoje, o fundo imobiliário SNEL11 conta com usinas já em funcionamento e gerando receita, construídas com a verba captada no IPO, e aguarda a conexão à rede elétrica de três novas plantas, construídas com a verba da segunda emissão e já concluídas.

A equipe  de gestão acredita que há potencial para ainda mais crescimento. Isso porque, diante do interesse dos investidores, há oportunidades grandes de novas aquisições vantajosas. 

“O SNEL11 está conseguindo adquirir ativos a preços muito competitivos, bem como comercializar energia a valores que trazem uma rentabilidade superior à média de outros negócios. Por possuir o benefício fiscal oriunda dos FIIs, o fundo imobiliário acaba sendo muito competitivo em termos de retorno”, afirma Guilherme Barbieri, gerente de infraestrutura da Suno Asset.

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