Condenado por matar homem em vingança no PR é preso no São Franciso

Condenado por matar Flávio Gil Zanon em abril de 2009 na cidade de Castro (PR), o representante de vendas Fabio Tomio Ueno foi preso por equipe do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) no Bairro São Francisco, em Campo Grande, na tarde dessa sexta-feira (4). Ele estava com mandado de prisão em aberto após ser sentenciado a 14 anos em regime fechado pelo crime. A decisão é de 17 de março. De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe do Dracco encontrou Fabio na Avenida Pref. Heráclito Diniz de Figueiredo por volta das 15h de ontem. O homem estava com mandado de prisão em aberto e a ordem judicial foi cumprida. Em seguida, ele foi encaminhado para a sede do departamento no Jardim Seminário. A sentença de Fabio foi proferida pela 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná no dia 17 de março após 16 anos do crime. Em seguida, o mandado de prisão foi expedido conforme decisão de condenação do Conselho de Sentença que julgou improcedente a apelação dos advogados que atuaram na defesa do representante de vendas. Eles questionaram a validade do julgamento e o indeferimento do pedido de exumação do corpo da vítima. Além disso, pediram a redução da pena por conta da confissão espontânea de Fábio. O acusado foi condenado por homicídio qualificado por motivo fútil e dissimulação, mas o TJPR reduziu a pena para 14 anos. Crime – Fábio matou Flavio na noite de 7 de abril de 2009 na cidade de Castro. O crime, segundo denúncia do Ministério Público do Paraná, aconteceu por vingança. O autor foi até a casa da vítima armado dias depois de seu irmão ter sido agredido por seguranças que trabalhavam para Zanon. Quando chegou na residência, Fábio disse que queria conversar com o homem, no entanto, sacou o revólver e atirou contra a cabeça de Flávio que morreu três dias depois. O caso foi julgado em agosto de 2018 na cidade de Ponta Grossa, quando o réu foi sentenciado a 15 anos e dois meses de prisão, mas a defesa recorreu e no mês passado houve a nova decisão. O autor era considerado foragido.
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